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Produção de caminhões tem alta no mês de maio

Aumento de 13,9%

Produção de caminhões tem alta no mês de maio

A produção de caminhões de janeiro a maio somou 29,2 mil unidades, registrando alta de 13,9% sobre o mesmo período do ano passado. O crescimento foi possível em razão de 10,7 mil unidades enviadas ao exterior.

As exportações cresceram quase 40% no confronto com iguais meses de 2016. Os maiores volumes embarcados são os de semipesados (3,9 mil unidades, alta de 69,5%) e pesados (3,8 mil, acréscimo de 28,2%).

“Em breve faremos uma revisão para cima de nossas projeções. Isso deve ocorrer em um ou dois meses, de acordo com novas definições no cenário político”, afirma Antonio Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). 

Pelas estimativas atuais, ainda sem a revisão, a entidade esperava para 2017 alta de 26,1% na produção dos veículos pesados e de 10% em suas exportações. 

As vendas internas continuam abaixo da expectativa. Até maio foram licenciados no Brasil apenas 17,2 mil caminhões, volume 19,4% menor que o anotado nos mesmos cinco meses de 2016. Dos semileves aos pesados, todos os segmentos registraram queda de vendas. “Não é possível dizer se algum destes terá recuperação mais rápida que os demais. Vimos apenas a melhora em alguns nichos como distribuidores de bebidas, químicos e, no começo do ano, o setor canavieiro”, afirma o vice-presidente da Anfavea, Luiz Carlos Gomes de Moraes. 

O executivo acredita em pequena retomada porque a base de comparação (o ano de 2016) é muito baixa e pelo fato de a idade média de grandes frotas estar avançando. O maior volume de vendas no País ainda é o de pesados, 6,2 mil no acumulado do ano ou 35,8% do total de caminhões licenciados no Brasil. 

ÔNIBUS

No segmento de ônibus também ocorreu crescimento na produção. Até maio foram fabricadas 7,7 mil unidades, acréscimo de 4,3% sobre o mesmo período de 2016. As exportações superaram as 3 mil unidades, respondendo por quase 40% de todos os ônibus fabricados no Brasil. O crescimento dos embarques no acumulado do ano (5,1%) só não foi mais expressivo porque os números de 2016 já foram bons. 

O mercado interno permanece abaixo da expectativa, com 3,6 mil ônibus emplacados e queda de 22,5% no acumulado do ano. “Dividimos esse setor em quatro grandes mercados. Neste momento vivemos a expectativa pelo edital para a renovação da frota da cidade de São Paulo. Há o segmento rodoviário, que é mais estável, mas menor. O de fretados está parado em razão do desemprego e o escolar depende das licitações”, recorda Moraes, referindo-se ao programa Caminho da Escola.
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Fonte: Portal de Notícias Automotive Business
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